NOS Alive'15 || Dia 2

NOS Alive'15 || Dia 2

Se no dia 1 fomos inglesas com os The Wombats e dançamos pela noite dentro com os Django Django, não é no segundo dia que vamos acalmar. Nem pensar!  Mesmo sendo a nossa segunda edição como Side Stage no festival, foi sem dúvidas a edição mais NOSsa. Bem-vindos ao segundo dia do NOS Alive.  

Bear's Den

NOS almoçamos ao som de BEAR'S DEN

Sim, se calhar era altura de lanchar ou mesmo jantar mas quando se começa o dia a trabalhar – com entrevistas … e das boas – os horários decentes deixam de existir. Depois de comprar os nossos cachorros, fomos ser felizes no palco Heineken ao som de Bear's Den. Kevin Jones é um dos fundadores da famosa editora Communion e ao ouvirmos “Elysium” e “Above the Clouds of Pompeii” sabemos porque é que essa editora é tão bem sucedida. Talento na música e mão para o negócio… coisa única. (querem trabalhar connosco?)  

Skip&Die

NOS fomos as space girls dos SKIP & DIE

Era a nossa segunda vez a ver os nossos piratas favoritos ao vivo e esta fui muito mais iluminada (às seis da tarde não se esperava outra coisa). O Manzarra continuava lá mas no entanto a competição para fã número um da banda não estava fácil, a tenda estava cheia de rapazes na disputa ao troféu. A Cata e os rapazes não estão habituados a tocar tão cedo mas isso não fez com que a dança se tornasse mais lenta, nem muito menos que o público se tornasse preguiçoso. Todos tiraram o pé do chão e todos se sentiram um verdadeiro pirata - e nós umas verdadeiras space girls. Nota impotarte: Obrigada Cata por utilizares o ananás do Side Stage. Fez toda a diferença!  

Bleachers

NOS quisemos ser melhores com BLEACHERS…

“I wanna get better” – ecoava pela tenda do placo Heineken enquanto Jack Antonoff (FUN.) se equilibrava nas grades da primeira fila e absorvia toda a energia que emanava dos fãs. O alter-ego psicótico do guitarrista de FUN. ainda está a a cozinhar, mas promete. Com batidas dançantes e hooks que põe toda a gente a cantar, tivemos direito a um concerto suado e entre sprints de fãs que queriam ver bem de perto o guitarrista de FUN. e companhia, o concerto foi sem dúvida um dos mais energéticos de todo o festival.    

Sheppard

NOS dissemos Geronimo (várias vezes) com SHEPPARD!

O pop da família Sheppard é colorido, ritmado, e homogéneo. A banda é constituída por seis figuras simpáticas – destcando-se George – pela voz e Amy – pelo cabelo azulão (do qual nós temos inveja – vejam o nosso logo). O público obdeceu às ordens de George durante o conerto e deu origem a um dos cmelhores momentos do festival – um mega salto coordenado durante a música “Geronimo” – o primeiro single da banda. Nós vamos admitir e fomos um bocadinho pirosas e dissemos “Geronimo” mais do que uma vez – e não pedimos desculpa por isso.  

Kodaline

NOS tivemos (quase) tudo o que queríamos em KODALINE

Existem aquelas musicas ou álbuns que davamos tudo para ouvir ao vivo e essa foi a situação que vivemos com os Kodaline. A banda irlandesa foi a minha companhia em muitos dias cinzentos cheios de chuva mas naquela tenda o clima foi outro. Lamechas e meloso? Se calhar sim, mas não nos importamos (assim tanto). Tivemos o que queríamos com a tão esperada “All I want” e não precisamos de mais nada ou ninguém.  

Los Waves

NOS rockámos com LOS WAVES

Os Los Waves não são nenhuns estranhos ao Side Stage e como é óbvio tínhamos que ir espreitar o set deles e fazer uma espécie de coro awkward de todas músicas que tocaram (sim, sabemo-las todas de trás para a frente)! Já sabemos que eles são fantásticos músicos e que mereciam um palco maior que o coreto maaaaas foi fantástico na mesma, até o momento em que o Jorge (guitarrista vocalista) partiu as cordas da guitarra e deixou a banda a agarrar as rédeas da música enquanto ia buscar uma nova e o momento em que o Zé (teclista/guitarrista) se sentou no chão para deixar o Marco (baterista) brilhar no seu pseudo-solo! Claro que as miúdas estavam todas a derreter pelos moves  do Bruno (baixista), acho que é do cabelo comprido. A Strange Kind Of Love despertou o maior coro do set (obrigada, para não nos sentirmos sozinhas)!

The Ting Tings

NOS já tínhamos saudades dos THE TING TINGS

Os Ting Tings, fizeram-nos viajar momentaneamente aos anos 2000, altura em que eram “a cena”! Com toda a energia que podíamos esperar dos britânicos, Katie White  entra em palco tipo furacão, seguida de Jules de Martino e a funkalhada começou!! “Great DJ” e “Thats Not My Name”  foram momentos de extra entusiasmo porque… Lá está, memórias. A energia está lá ainda, o talento e tudo mais… Em relação às novas músicas, são cool mas acho que os tempos áureos já la vão para os meninos The Ting Tings. Mas voltem sempre que quiserem!  

Mumford & Sons

NOS sentimos que acabamos uma relação com MUMFORD & SONS. Já não tínhamos nada em comum, percebem?

Um concerto mais grandioso e centrado em arte-factos, nomeadamente a magnífica luz proporcionada por uma das mentes criativas mais talentosas da actualidade, Mumford & Sons já não assumem o que eram no passado e enquanto qualquer artista tem direito a evoluir, sentir que as músicas de “Babel” e “Sigh no more” foram tocadas para agradar ao público não é bom sinal. Enquanto cantamos todas as músicas com a mesma energia de sempre, sentimos que as músicas de “Wilder Mind” cortavam a energia do set – talvez seja porque somos pirosas e temos saudades do banjo, porque nada vai ultrapassar aquele concerto no Coliseu de Lisboa em 2013. Foi uma separação cordial, mas o coração partiu-se na mesma.

Future Islands

NOS aprendemos a dançar a sério com os FUTURE ISLANDS

Samuel Herring… Oh Samuel não há ninguém como tu no mundo. Future Islands foi uma explosão de awesomeness que não pareceu real! A multidão esteve ao rubro desde primeiro passo que deram em palco e honestamente, nós também. Tentámos acompanhar os seus passos de dança alucinantes e ginastas, mas tivemos que nos ficar por cantar as letras das músicas e dançar miseravelmente ahah. A música Seasons fechou o set com a verdadeira explosão de entusiasmo que ecoou pela tenda do Palco Heineken e por aí além.  

The Prodigy

NOS partimos tudo (literalmente tudo) com THE PRODIGY

OH MEU DEUS! Depois de termos falhado o concerto de Prodigy, também no Alive (na altura Optimus Alive), o nível de entusiasmo para ver The Prodigy era qualquer coisa de espampanante. Garanto que foi lá que torcemos o pé, demos um jeito às costas e acidentalmente demos um murro ao baterista de Raury (não, não somos velhas nem estúpidas, estávamos entusiasmadas e a dançar agressivamente!). Lembremo-nos que eles já estão nos 40 a caminho dos 50 anos de idade e ainda dominam o palco como se tivessem 20 anos. é absolutamente contagiante. INVADERS MUST DIE because PRODIGY was AWESOME!!    

Texto: Ana Viotti, Joana Paiva & Raquel Candeias || Fotos: Ana Viotti

NOS Alive'15 || Dia 3

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NOS Alive'15 || Dia 1

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