Side Stage with... Telegram @Headrow House

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Telegram @ Headrow House
Telegram @ Headrow House
Telegram @ Headrow House
Telegram @ Headrow House

Há o áudio da entrevista, fotos do on+back+side stage. Já para não falar do vídeo bonitinho que gravámos no concerto. Estes são os Telegram .   Já faziam uns mesinhos desde que não ia a Leeds. Mas não conseguia viver mais assim. No dia 22 de Fevereiro apanhei o comboio e fui até à Headrow House encontrar-me com os Telegram para uma entrevista antes do concerto. A primeira vez que ouvi a banda foi há dois anos: lembro-me muito bem estar na minha sala em Lisboa a cantar ‘Follow’ (desculpem vizinhos mas o entusiasmo e os berros eram necessários) mas não soube mais nada deles durante este tempo todo até ver no Facebook que a banda tinha posto o seu primeiro álbum ‘Operator’ em stream para a The Beat Juice e desde aí tem sido a minha banda sonora para banhos, festas e vida em geral. É um álbum que me traz uma energia positiva e um optimismo meio estranho e até mesmo difícil de explicar mas que faz falta e é totalmente recomendado. A banda começou a sua carreira a abrir para bandas como Temples e Palma Violets que fez com que muitas portas e fãs surgissem mas a banda é mais que isso, como ela própria admite. Fui cuscar o que os media da ilha achavam sobre ‘Operator’ e os Telegram em geral. A palavra ‘psicadélica’ surgiu demasiadas vezes e tornou-se uma descrição vazia para classificar uma sonoridade e principalmente uma banda. Por isso quis descobrir a opinião dos quarto rapazes sobre isso. Primeiro, não podiam concordar mais com o meu argumento e acrescentam que existe uma preguiça geral por parte dos jornalistas ao diferenciar certos estilos de música. Segundo, eles respeitam bandas com toques psicadélicos mas eles não são o caso. Terceiro, eles são mais punk/glam punk do que outra coisa qualquer. Quarto, por não serem da onda psicadélica não quer dizer que não tomem drogas. Podem ouvir a entrevista completa no nosso soundclound aqui.

Para finalizar, como os próprios Telegram disseram se ‘Operator’ fosse uma cidade seria Lisboa e tal como ela, se querem um remédio para os vossos males esta é a solução. 12 canções incluindo ‘Rule Number One’, ‘Inside Outside’ e a minha favorita ‘ Taffy Come Home’. O que poderiam querer mais?! O concerto? Pensem na energia e na garra do Matthew, Pip, Moon e Cook no álbum, multipliquem por 100, somem luzes, fumo e fãs e dividem por zero. A resultado é uma experiência única que não é fácil contra pelos dedos as coisas marcantes que estão a acontecer à tua volta. Uma segunda feira em Leeds que valeu a pena andar a chuva e quase perder o comboio (para variar).

texto, vídeo, entrevista, fotos: Raquel Candeias

Musicbox / Liveurope . Chapter 1: Odd Couple

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#TB: Vodafone Paredes de Coura - (in)Disposable Style

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